Hoje conheci a simpatissísima
Maura (e não estou sendo irônica), depois de 8 meses de processo
completados no último dia 27, resolvi ver quem é a pessoa que é
praticamente vizinha do lugar onde passo a maior parte do
meu dia.
Fui apenas checar alguma
coisas básicas, sem colocar pressão só tirei algumas dúvidas, nada de
mais. O consulado estava vazio, não tinha uma alma viva, estilo aquelas cidades de faroeste abandonadas de desenho animado, só faltou a bolinha de feno rolando pelo corredor.
Onde trabalho, sempre me
deparo, seja no banco, na volta do almoço, na recepção ou no shopping
com a Eloise, a Quebeca que é chefa do BIQ aqui em SP, quem sabe da próxima vez não puxo papo para ver se ela é simpática também. Me sinto uma louca, mas a
espera faz isso com a gente, dá impressão que conversando com as
pessoas nossos problemas serão resolvidos, o que interessa é que enquanto estamos conseguindo
driblar o psicológico, está valendo.
Continuando o muro das
lamentações, o PAFSO continua em greve, os processos totalmente parados,
nós agoniados, São Paulo sendo tomada por faixas de ônibus e o rodízio
ameaçando chegar perto de casa. O pessoal não tá de
brincadeira com nossa sanidade mental, não! Antes o jogo era só de paciência, agora exige também saúde, resistência, persistência e sobrevivência.

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